Escritores Editora Benfazeja

Escritores Benfazeja

Pessoas que tornaram o sonho possível



PROPÓSITOS

Mantendo as convicções originais
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 Nossa proposta sempre foi, desde a primeira postagem na revista benfazeja, fazer a literatura ultrapassar fronteiras. Nos esforçaremos aqui também para que os escritores de diferentes países e culturas se leiam – para que o intercâmbio comece pelas letras e se estenda formando comunidades.

No programa já está prevista a publicação de autores brasileiros, portugueses, espanhóis e, é claro, da vasta América Latina - tanto com livros traduzidos para o português, quanto em seu idioma original.

A distribuição internacional, tanto do nosso catálogo quanto dos livros e revistas da vitrine (canal de divulgação e venda de livros de escritores independentes e até mesmo de outras editoras), será outra importante ferramenta para a integração cultural a que nos propomos.
 

AUTORES PUBLICADOS

Conheça melhor os escritores que escolhemos para a nossa comunidade!
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Paula Mandel
Paula Mandel mora em São Paulo. É escritora com textos publicados em revistas e veículos literários.

Atualmente estuda psicanálise, mas em suas muitas vidas já escreveu petições, um livro, poemas e até seu epitáfio. Sua única redundância é escrever. É também mãe de dois filhos, com quem compartilha histórias e versinhos, todos os dias, desde que nasceram e até que completem 45 anos. No mínimo.

[fotografia de Arthur Nobre]
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Wellington Souza
Wellington Souza cresceu e vive em São Paulo. Escreve poemas e contos que lhe renderam participação em antologias de concursos literários e publicações em revistas on-line.

Desde 2010, se dedica à edição da revista literária Benfazeja e do site Concursos Literários.net.br, projetos que culminaram na editora Benfazeja (2015).
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William Gutierre
William Gutierre, paulistano, é ator, dramaturgo e produtor cultural. Iniciou-se na criação para teatro em 2010, escrevendo: Não me deixe só antes da solidão chegar... , com leituras realizadas posteriormente no SESC Carmo e na Oficina Cultural Amácio Mazzaropi. Desde então, foram escritos: O Santo Amor dos Nossos Pecados; Barraco de Pedra (com temporada na Funarte-SP e apresentações itinerantes pelas cidades de São Paulo e São Bernardo do Campo); A encomenda (leituras realizadas no espaço cultural FAGECA e na Fundação Casa) e Sussurra no meu travesseiro. Escreveu ainda roteiros e peças sob encomenda, destacando-se as apresentadas nas Viradas Culturais, para o SESC-SP. Atualmente está à frente do Coletivo Favela em Cena, do qual é um dos fundadores, e é produtor da Na Cabeça Produções.
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Cristiane Grando
Cerquilho-SP, 1974. Escritora e tradutora (francês, espanhol e português). Autora de 14 livros de poesia em português, francês, espanhol, catalão, inglês e guarani. Laureada UNESCO-Aschberg de Literatura 2002. Doutora em Literatura (USP) com pós-doutorado em Tradução (UNICAMP) sobre Hilda Hilst. Professora na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Diretora-fundadora do Jardim das Artes (2004-2005) e do Centro Cultural Brasil-República Dominicana (2009-2011), extensão cultural da Embaixada do Brasil em São Domingos.

NO PRELO

Estamos trabalhando duro! Logo teremos essas novidades
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Fabio Navarro
Descarrilho Cotidiano
O escritor e poeta Fabio Navarro nasceu em uma manhã de domingo no mês de setembro na cidade de Jaú, interior de São Paulo. Seu primeiro trabalho como escritor foi uma coluna sobre cinema, aos doze anos, no jornal do colégio. Muito tempo mais tarde dois de seus poemas (Trago e Baque) foram escolhidos para a coletânea Reversos, Instrumentalizando a Poesia e musicados por Estrela Leminski, Téo Ruiz (Trago), Pedro Pracchia e Roberto Gimenez (Baque), lançada pela revista Nego Dito em 2012. Também publicou o conto A Cria do Oitavo Dia na coletânea Sangue, Suor e Palavras Mal Dormidas da Editora Big Time, que também escolheu a poesia Baque para ser publicada em uma coletânea de poemas, Versos Soprados Pelos Ventos de Outono. Participou como escritor também das publicações virtuais Jamé-Vu e Revista Literária Br. Atualmente escreve para o site Altnewspaper. Seu primeiro livro, Descarrilho Cotidiano será lançado pela Editora Benfazeja.
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Allende Recck
13 minutos (Experiências contistas)
Allende Renck Pereira (A. Renck) tem seu mundo circundado pela arte e pelo conhecimento desde que nasceu. Brasileiro, nascido em Santa Catarina com pai músico e mãe professora, começou logo cedo a interessar-se pela poesia da vida. Considera-se um curioso inveterado, apaixonado por conhecer, aprender, ensinar e, acima de tudo, escrever.

Escreveu seu primeiro poema aos oito anos, adentrando, assim, no mundo da literatura. Durante anos a fio escreveu para si mesmo; Poemas, Contos, Crônicas, Romances; Concretizando uma mimeses criadora. Suas leituras aumentaram o seu conhecimento das obras alheias e, consequentemente, a sua lista de influências. Aos 16 anos, decidiu escrever o seu primeiro livro de poemas: De Um Dantesco Amor (Chiado Editora). Agora se aventura, pela primeira vez, na con-versa com a prosa.

Atualmente estuda Letras-Português na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e mantém contato intenso com a literatura e seus projetos
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Débora Gil Pantaleão
Se eu tivesse alma
Débora Gil Pantaleão nasceu dia 13 de junho de 1989, em João Pessoa/PB. É geminiana. Reside em São Paulo/SP. Formada em Letras (Habilitação Língua Inglesa) e mestre em Letras, ambos pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), pesquisou o autor Samuel Beckett. É apaixonada por Literatura, Teatro e Cinema. Colaboradora no suplemento “Correio das Artes” do Jornal “A união” e editora da revista independente, Malembe. Se eu tivesse alma é seu primeiro livro.
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Germano Silveira
A novilha vermelha
Germano Silveira nasceu em Fortaleza, CE. Seu livro de estreia, Muito Além da Neblina, foi laureado pela Academia Cearense de Letras com o Prêmio Osmundo Pontes de Literatura de Melhor Romance. Publicou mais dois livros, Horizonte sem fim – Uma história de amor, motocicleta e vinho e Cem Contos Cortantes – Uma viagem vertiginosa por cem histórias de cem palavras. Ex-frade franciscano andarilho, sempre trouxe para seus livros sua experiência de vida, ensinando que, para ser um escritor, é preciso amar, sofrer, viajar e provar pratos diferentes e vinhos não repetidos. E escrever alguns capítulos em cafés, “capturando” uma palavra ou outra dos frequentadores. Método utilizado em seu primeiro livro. Formado em Letras com pós em Marketing, Germano Silveira é redator publicitário premiado com inúmeros trabalhos em jornal, rádio e televisão. Apaixonado por motocicletas, sempre busca tempo para sua terapia preferida: pegar a estrada.