Branco Ana Paula Bez - Editora Benfazeja
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Branco
Ana Paula Bez

R$ 35,00

Ana Paula Bez é um submarino. Uma mergulhadora de longa profundidade que fotografa segredos do fundo do oceano. Sua prosa sacode o tapete sujo da casa e abre as janelas para o riso. Um riso sujo, cafajeste e juvenil. O que me espanta neste livro é sua desenvoltura para detalhar de maneira cômica o universo do protagonista Branco. A autora prova que boa literatura não tem gênero e que tudo depende do olhar do autor. BRANCO parece ter sido escrito por um homem. Parece ter sido escrito por alguém que chafurdou na lama por anos. É o que o bom leitor espera. Vivência. Ser enganado. Ana conseguiu me enganar. Conseguiu fazer parecer verdadeira uma estória de ficção.

Diego Moraes é autor de 7 livros, publicado no Brasil e na terra de Camões.

 

Este livro está em pré-venda e, comprando por aqui, você o receberá autografado pela autora. O lançamento ocorrerá no dia 14.11, em Florianópolis.SC. Detalhes no evento [facebook].
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Trechos Selecionados

O pó transforma tudo, amiguinho. A cocaína é o elixir dos Deuses. Só não é perfeito porque às vezes brocha a gente, mas não foi o caso neste dia. As duas malucas com os cornos cheio de pó e bourbon acharam por bem abrir a braguilha da minha calça e cair de boca no meu pau. As duas. De uma vez só. A Japonesinha inclusive me surpreendeu, engoliu meu pau numa bocada só.
A danada não gosta de mulher, gosta é de putaria.
A Ruiva logo me abandonou e foi se entreter com a bucetinha da japa que era mesmo a parada dela. A cabeça enfiada por baixo da saia plissada que se avolumava formando quase um abajur, a calcinha delicadamente posta pro lado, quanto mais eu olhava ela lamber aquela buceta com gosto mais meu pau endurecia. A japa não contou tempo, me puxou pro chão e cavalgou no meu pau com a buceta molhada da saliva da outra. Uma legítima amazona, mesmo sem nunca ter trepado num cavalo de verdade.
A Ruiva fez carinha feia no início mas tratou logo de participar porque viu que ia acabar perdendo a festinha e isso ela não queria.
De repente a voz da Marlene surge da janela da suíte.
Caralho, que cagaço.
Eu me encolhi tanto naquele chão que tava menor que a japonesa.
– O meu marido tá ai?
Se ela tivesse dado mais três passos talvez teria visto a cena, daí meu pai, era morte certa. A Japa, com a buceta enfiada no meu pau, fez que não com a cabeça, a Marlene desapareceu, eu brochei completamente e a festa acabou para todos.

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